Como fazer “mais com menos” com o seu orçamento de marketing de 2025?

A pergunta que todo diretor e gerente de marketing está fazendo em 2025 é: como eu gero mais resultado, gastando menos?

Frequentemente, a resposta é “automatiza aí com IA” ou “corta no orgânico e coloca em ads”. 

Infelizmente, acontece mais do que gostaríamos de admitir… E, na nossa visão, isso está errado. 

Para fazer o orçamento render mais, a saída não é cortar em marketing ou fortalecer apenas as ações de curto prazo. O que estamos percebendo é que as empresas mais “protegidas” contra as incertezas do futuro são aquelas que:

  • Investem em IA com inteligência, cautela e responsabilidade;
  • Estão se preparando para as interfaces generativas (como o ChatGPT), sem abrir mão dos fundamentos da pesquisa orgânica;
  • Enxergam a importância das estratégias de longo prazo.

Esta é uma discussão bem interessante levantada pela equipe da iPullRank. Eles argumentam que “fazer mais com menos” significa alocar orçamento em ações de longo prazo, que ficam cada vez mais rentáveis conforme o tempo passa.

Trouxemos essa reflexão para cá – adaptada para a realidade brasileira e, como sempre, com as análises da equipe da SEO Happy Hour.

O impacto da IA no marketing

Hoje, pensar em orçamento de marketing também é pensar no uso de IA, já que as automações permitem produzir em escala, com economia.

Em tese, essa é a resposta para o desafio de “fazer mais com menos”. Mas não é bem por aí…

Em marketing, a IA generativa está causando disrupções intensas no mercado e nos canais de marketing. São mudanças tão intensas que trazem mais perguntas do que respostas, pelo menos agora. 

As disrupções no trabalho estão relacionadas ao uso de IA em processos internos de empresas.

Segundo algumas pesquisas globais: 

  • 41% das empresas esperam reduções na força de trabalho, com menos funcionários, escritórios e orçamento (Fórum Econômico Mundial);
  • 44% das empresas estão implementando IA, mas enfrentando dificuldade com profissionais qualificados (Bain);
  • 27% das empresas aumentaram os seus investimentos em IA (resume.org);
  • Em 2023, 33% das empresas usaram IA generativa nos negócios. Em 2025, o número saltou para 71% (McKinsey).

Na prática, isso gera um caminhão de dúvidas: Como alocar recursos? Como inserir no processo? Eu devo reduzir o time? Ou invisto mais ainda na criatividade humana, para ter um diferencial? Como escalar? Meu time precisa de novas habilidades? Devo abrir novas vagas? Congelar contratações?

Já as disrupções nos canais de marketing são grandes mudanças no ecossistema dos negócios digitais. Entre elas:

O mercado como um todo está passando por um momento de adaptação. Isso naturalmente impacta orçamentos, incluindo os de marketing.

Para os times de comunicação, acreditamos que este é justamente o momento de fortalecer as estratégias.

Substituir pessoas por IA mais atrapalha do que ajuda (e gera o tal do workslop, que já atrapalha quase metade das organizações).

Na visão da iPullRank, a solução é montar equipes 100% especializadas em IA, que entendem a tecnologia a fundo e trabalham para aumentar a visibilidade de uma marca em todas as interfaces – Gemini, Modo IA, ChatGPT, etc.

Aqui na SEO Happy Hour, acreditamos que não é preciso ir tão longe. Basta tratar as estratégias com a sofisticação que elas merecem.

Ou seja: entender que fazer marketing agora está complexo, o que requer investimento para conduzir estratégias mais robustas, em vez de simplificar o trabalho.

É assim devido ao jeito que as IAs funcionam:

Por que vale a pena continuar investindo em marketing?

Investir em marketing mantém a sua marca em alta, mesmo em momentos de incerteza. Ao parar de investir, você abre espaço para que concorrentes, com mais tempo de testes e maturidade de mercado, tomem o seu lugar.

A partir do momento em que isso acontece, tudo fica mais caro: voltar a crescer, captar novos clientes, gerar mais leads e converter quem já está na sua base.

E o SEO entra onde nessa história? SEO torna a sua marca visível nas IAs que as pessoas mais usam. Sem estratégias de otimização, as IAs têm mais dificuldade em entender quem é a sua marca e quando ela deve ser citada nas respostas.

Logo, os benefícios de investir em marketing, inclusive o orgânico, incluem:

  • Quem investe em IA tem acesso a novos mercados e plataformas (só em SEO, temos Google, ChatGPT, Gemini, Perplexity…);
  • Muitas empresas ainda não dominam os novos canais, o que cria espaços para quem está investindo agora;
  • O esforço é escalável, visto que a maioria das ferramentas de IA segue uma lógica parecida (embora os modelos sejam diferentes entre si);
  • A demanda por estratégias “à prova de IA” deve aumentar cada vez mais no futuro;
  • É necessário investir e testar para acompanhar o mercado, que está mudando rápido (inclusive em pontos “tradicionais”, como funil de vendas e jornada de compra). Sem investimentos, há chances de você ficar preso a estratégias ultrapassadas. 

Como lidar com o orçamento de marketing em 2025?

O desafio é conseguir investir bem, mesmo em um cenário econômico complicado, com altas taxas de juros e menor aporte de capital de risco.

Assim, é ainda mais importante gerenciar bem o orçamento de marketing, começando agora, em vez de deixar só para 2026.

Isso significa passar bem pelos desafios tradicionais de fim de ano:

  • Usar as “sobras” com inteligência para justificar a manutenção ou aumento da verba no ano seguinte;
  • Descobrir novas alavancas de crescimento, que podem justificar um aumento de verba para o ano seguinte;
  • Vencer a batalha contra os outros departamentos: o clássico “marketing não gera leads” versus “comercial não converte os leads”. 

Nessa hora, pode ser tentador aumentar a verba de mídia paga para gerar um resultado forte no curto prazo. Mas esse nem sempre é o melhor plano – e pode te causar problemas lá na frente. 

Como distribuir o restante do orçamento de marketing de 2025?

Aproveite os últimos meses de 2025 para construir a base para uma estratégia rentável de longo prazo.

Essa é a argumentação da equipe da iPullRank, e nós concordamos bastante com ela. Para navegar pelas águas turbulentas do marketing, compensa mais montar um mecanismo que gera negócios de forma sustentável ao longo do ano.

A abordagem baseia-se em uma pesquisa da Gartner sobre a alocação de recursos de marketing em empresas globais. 

Segundo a publicação:

Os CMOs bem-sucedidos vão se inclinar para a disrupção – na forma como desenvolvem a estratégia de marketing, lideram suas equipes e colaboram de forma interfuncional, além de como impulsionam a inovação. Como a interdependência operacional se tornou a nova norma, os CMOs precisam concentrar esforços onde a colaboração gera impacto estratégico e considerar onde as tecnologias emergentes (como a IA) podem fortalecer suas equipes para impulsionar o crescimento e consolidar o valor do marketing.

Em um cenário de menor investimento, isso significa:

Definir o que significa o “menos certo”, levando em conta as consequências das suas concessões. Fazer mais com menos é uma questão de valorizar seus investimentos, garantindo que eles ofereçam o maior retorno possível.

A parte difícil é identificar o que de fato traz o “maior retorno possível”. 

Existem dois jeitos de olhar para a questão:

  • Retorno no curto prazo com mídia paga;
  • Retorno no longo prazo com estratégias orgânicas.

Vamos apresentar os dois pontos de vista abaixo. E, não se preocupe! Somos uma agência de SEO, mas não vamos fazer jabá. Entendemos que ambas as abordagens têm espaço em um planejamento de marketing 🤝

Investimento em mídia paga

O principal benefício da mídia paga (tanto no Google, como nas redes sociais) é gerar retorno a curto prazo.

É bem simples: se você colocar mais dinheiro na campanha, gera mais leads.

Segundo a mesma pesquisa da Gartner, canais pagos estão entre os mais caros, mas que geram maior impacto. 

Para quem continua atrás das metas ou está projetando um cenário ruim para os últimos meses do ano, provavelmente é a melhor alocação de recursos.

A questão é que, em algum momento, você precisará investir no orgânico. Caso contrário, ficará dependente de um canal que “suga” verba, já que o retorno se perde quando você para de investir.

Investimento em marketing orgânico e SEO

Marketing orgânico, como social, inbound e SEO, traz benefícios que se acumulam ao longo do tempo. 

Você não paga diretamente para alcançar as pessoas. Logo, você tem o gasto para produzir e distribuir o conteúdo e, em teoria, ele trará retorno por muito tempo. Principalmente se o conteúdo ocupar uma posição de destaque em buscadores, LLMs, ou se viralizar em redes sociais. 

Mas, atenção: não é assim, preto no branco, ainda mais agora que as IAs estão cada vez mais presentes na jornada de busca:

Lembra que no começo do post falamos que você precisa “tratar as estratégias com a sofisticação que elas merecem”?

Na prática, isso significa repensar o jeito de investir, quais canais usar, o que produzir, como otimizar e até os KPIs.

Segundo a iPullRank, as estratégias devem ser multicanais e considerar todos os espaços onde a sua marca pode aparecer – canais próprios, pesquisa do Google, ChatGPT, redes sociais, entre outros.

O que considerar ao investir em SEO

Falando mais especificamente de SEO, que é a nossa especialidade: o mercado está mudando. Áreas que antes eram “separadas”, como conteúdo, branding e produção de vídeo, estão cada vez mais conectadas.

As otimizações em si ainda são as mesmas – SEO técnico, SEO on-page, implementação de dados estruturados, otimização de títulos, uso de headings, atenção a sitemaps e robots.txt, e assim por diante.

Mas há nuances que devem ser consideradas. Por exemplo:

A alocação de recursos deve considerar tudo isso – combinando SEO, conteúdo, experiência de página e, a depender do porte da empresa, também ciência de dados.

Em vez de produzir para ranquear, seu time precisará produzir para construir relevância. Parece a mesma coisa, mas é bem diferente.

A equipe da iPullRank definiu as seguintes características para esse novo tipo de investimento em marketing orgânico:

  • Centrado em pessoas: seu conteúdo deve responder às perguntas reais do seu público-alvo, mesmo que não tenham palavras-chave definidas;
  • Bem estruturado: o conteúdo deve ter estrutura clara, de fácil leitura para humanos e máquinas;
  • Avaliado por novas métricas: algumas métricas perderam o sentido, como o volume de buscas de palavras-chave. Em vez disso, será mais relevante se concentrar em escolher com estratégia onde e como você quer aparecer (e medir a efetividade disso, por meio de métricas como frequência de citação em IA);
  • Competitivo: as IAs já têm respostas para pesquisas informativas genéricas. Para ser citado, você deve apresentar algum diferencial em relação ao que já foi postado na internet. Buscadores levam isso em consideração por meio de conceitos como o ganho de informação.

Acrescentamos ainda que um bom conteúdo deve ser:

  • Direcionado: ter um objetivo claro e relacionado à jornada dos visitantes – de pouco adianta “escrever só para ranquear no Google”, visto que o tráfego está em queda e as IAs já solucionam as buscas mais simples;
  • Autêntico: em um cenário em que cada vez mais conteúdo é postado e resumido pelas IAs, ser original e facilmente reconhecível pela audiência faz toda a diferença. Certas equipes investem até em técnicas para se diferenciar da IA;

Além da parte prática, a estratégia de conteúdo para IA também é diferente. O que estamos observando no mercado é que:

  • Thought leadership, ou conteúdo produzido por executivos para apoiar a geração de tráfego e leads;
  • Produção de conteúdo exclusivo, em canais fechados, como newsletters e listas de transmissões para assinantes;
  • Foco em conteúdos facilmente monetizáveis;
  • SEO programático (com cautela, devido às políticas de abuso de conteúdo em escala do Google);
  • Otimização para múltiplos canais (fóruns, redes sociais, YouTube, etc.);
  • Estratégias de gestão de pesquisas com marca.

Nada disso é novo, a diferença é mais contextual, e pode mudar a forma como você investe nessas estratégias em 2026.

Como aproveitar melhor o orçamento de marketing de 2025?

Beleza, esse post já teve bastante teoria. Mas e a prática? Onde é melhor aplicar o que sobrou do orçamento desse ano?

Como você já deve esperar… Depende! 

Abaixo, vamos te dar cinco sugestões pra arrumar a casa e começar 2026 adiantado na estratégia orgânica:

  1. Auditoria técnica: identifica oportunidades de melhoria para construir resultados já no primeiro trimestre de 2026;
  2. Otimização de conteúdo: auditorias e edições em conteúdos estratégicos do seu site e de canais externos da sua marca (redes sociais, YouTube, etc.);
  3. Content pruning: é uma “limpeza” no seu site, que elimina conteúdos irrelevantes e potencializa os que ainda são úteis;
  4. Testes de visibilidade em IA: análises de como o seu site aparece hoje nas principais LLMs do mercado, para montar um plano de ação já no Q1 de 2026;
  5. Melhorias de UX: testes em elementos de experiência de página, com o objetivo de aumentar as conversões que você já tem.

Nem toda empresa conseguirá (ou precisará) fazer tudo isso agora no final do ano.

Alguns sites já têm esses pontos resolvidos, enquanto outros podem levar meses para lidar com apenas um dos tópicos, considerando todo o ciclo de diagnóstico, planejamento, implementação e revisão.

São apenas sugestões sobre o que você pode fazer para preparar o terreno para o avanço da IA.

1. Auditoria técnica de SEO 

A auditoria técnica de SEO é uma análise da infraestrutura do seu site. O objetivo dela é diagnosticar e solucionar problemas que podem afetar a visibilidade nos mecanismos de busca.

Vários elementos são considerados:

  • Taxa de rastreamento;
  • Estrutura de URLs;
  • Qualidade do código-fonte do site;
  • Aspectos técnicos, como velocidade de carregamento e responsividade da página;
  • Implementação correta de JavaScript;
  • Boas práticas de SEO em elementos de navegação, como filtros, menus e paginação.

Esses elementos de SEO técnico devem estar em dia para que os robôs compreendam adequadamente a estrutura e o conteúdo das páginas. 

Fazer uma auditoria agora permite que você comece o próximo ano sem débitos técnicos. Assim, sobra mais tempo para focar em conteúdo, estratégia e construção de marca em 2026.

Geralmente, as auditorias são feitas de uma a duas vezes no ano, ou quando há mudanças significativas no site, como redesign ou migração.

2. Otimização de conteúdo

A otimização de conteúdo foca na qualidade das páginas do seu site. São alterações de texto, elementos multimídia, estratégia e demais aspectos on-page para tornar o seu site mais atrativo para os visitantes e fácil de entender para os algoritmos.

Você pode dedicar parte do orçamento para uma auditoria de conteúdo que avalia:

  • Qualidade da página: utilidade, profundidade e originalidade das informações, sinais de E-E-A-T nas páginas, conversão dos CTAs, redação, imagens e vídeos;
  • SEO on-page: uso correto de heading tags, títulos e metadescrições, oportunidades de linkagens internas;
  • Métricas: análise de tráfego, CTR, visitas únicas, tempo médio de sessão, etc.

Fazer isso no fim de ano te dará uma visão mais clara sobre as forças e fraquezas atuais do seu site. Assim, ficará mais fácil alocar esforços em 2026, pois você saberá exatamente quais áreas atacar.

As auditorias também podem revelar “quick wins” – conteúdos com bom potencial de retorno, que são rápidos de ajustar e você já pode riscar da sua lista de coisas a fazer.

3. Content pruning

O content pruning, ou “poda de conteúdo”, é a remoção de páginas irrelevantes do seu site. Isso é importante para fortalecer a autoridade das páginas que já sobram e para eliminar possíveis conteúdos que possam prejudicar a sua reputação junto ao Google.

Na época de fim de ano, é equivalente àquela faxina na casa pra receber o Papai Noel. 🎅

É um mapeamento de todas as URLs do site, para identificar quais páginas precisam de:

  • Atualização: são as páginas com conteúdo desatualizado, ou que é útil, mas pode melhorar; 
  • Consolidação: são páginas com conteúdo similar ou duplicado, que devem ser unidas na URL com maior autoridade;
  • Remoção: são conteúdos que não podem mais ser aproveitados e devem ser excluídos do site.

Por meio do content pruning, será possível identificar quais páginas podem ser editadas sem trazer prejuízos ao seu site.

A técnica é importante porque frequentemente os sites têm mais conteúdo do que o necessário. Ocorre principalmente nos portais maiores ou com mais tempo de vida, onde é naturalmente mais difícil gerenciar a produção de conteúdo. 

4. Visibilidade em IA

O fim do ano também pode ser o período ideal para definir as suas estratégias para estar presente nas respostas de IA em 2026.

O tema é bem complicado e requer planejamento, principalmente porque ainda é novidade. Não existem “manuais” de IA, assim como existem os manuais de SEO tradicional. As estratégias estão sendo construídas agora.

Isso é bom e ruim ao mesmo tempo.

É bom porque todo mundo está partindo do mesmo lugar, então há bastante espaço para testes e experimentações.

Mas é ruim porque não há um direcionamento definitivo sobre o que fazer e o que evitar.

Diante disso, recomendamos focar em SEO tradicional e em conteúdo de qualidade, pois já se comprovou que isso melhora a visibilidade na IA.

Se quiser avançar na área, aproveite o fim de ano para testar a sua visibilidade. Para isso:

  • Faça uma avaliação geral da sua marca. Procure entender como ela aparece na IA, em quais você é mais citado e para quais tipos de prompt;
  • Avalie os conteúdos que recebem citações das IAs. Identifique se as informações são corretas, quais trechos são destacados e tente identificar padrões; 
  • Faça uma auditoria das suas principais páginas, focada nas boas práticas de conteúdo para IA;
  • Revise a sua estratégia de conteúdo para o próximo ano, focando naqueles que efetivamente contribuem para a sua autoridade de marca.

Todas as ações de SEO que você já faz também contribuem para a IA. Mas, pelo que percebemos por aqui, algumas equipes de marketing preferem ter um olhar específico para as novas plataformas. Se é o seu caso, o fim de ano é um bom momento para exercitar esse pensamento.

5. Melhorias de experiência de página

Por fim, considere melhorias no UX do seu site. Isso inclui todos os elementos que tornam a página mais agradável de navegar. Além de ser um critério de ranqueamento do Google, uma boa experiência também contribui para mais conversões.

Mas atenção: pesquise e planeje bastante antes de fazer qualquer edição no seu site. Em muitos nichos, o fim de ano é uma das épocas com maior pico de acesso. Logo, você precisa tomar cuidado para não quebrar nada que já está funcionando.

Pensando em SEO, as boas práticas são:

  • Mapear a jornada de navegação do site, incluindo menus, categorias, subcategorias;
  • Estruturar a navegação, facilitando acesso às páginas mais importantes;
  • Revisar a hierarquia de informações nas páginas, com uso adequado de heading tags e demais elementos de HTML;
  • Revisar as oportunidades de linkagem interna;
  • Otimizar a performance, principalmente a velocidade de carregamento, a estabilidade visual e a latência na interação entre elementos;

A ideia não é redesenhar o seu site, e sim identificar oportunidades de melhoria que podem ser trabalhadas neste trimestre e ao longo do próximo ano, com cautela para não prejudicar o que já funciona.

Como conduzir esses processos?

Agora sim chegou a hora do jabá! 🤑🤑🤑

Brincadeiras à parte, você provavelmente precisará de apoio externo para realizar as ações acima.

Elas envolvem uma boa dose de conhecimento especializado em SEO. Além disso, muitas ações podem ter impacto direto nos negócios, por isso precisam ser cuidadosamente desenhadas antes da implementação.

Ter o apoio de uma consultoria externa facilita muito o processo. Você paga por hora, de acordo com as ações que realmente precisa fazer, e terá à sua disposição profissionais experientes, inclusive nas áreas mais técnicas e difíceis do SEO.

Desta forma, sua equipe pode se dedicar exclusivamente à execução das ações.

Além das consultorias, você também pode montar equipes internas ou contratar agências e profissionais freelancers. Cada modalidade tem seus prós e contras – detalhamos todas aqui.

Independentemente da sua escolha, busque por parceiros (externos ou não) que entreguem o seguinte:

  • Frameworks comprovados;
  • Protocolos para lidar com crises e imprevistos;
  • Facilidade em estabelecer interfaces com diferentes áreas;
  • Acesso a ferramentas de SEO.

Se você já tem tudo isso dentro de casa, então é só arregaçar as mangas e começar a construir a sua estratégia orgânica.

Mas se ainda não tem, entre em contato com a SEO Happy Hour! Nosso time de especialistas pode te ajudar a melhorar seus resultados antes mesmo de 2026 bater na porta. 

  • Elyson Gums

    Elyson Gums

    Elyson Gums é redator na SEO Happy Hour. Trabalha com redação e produção de conteúdo para projetos de SEO e inbound marketing desde 2014, em segmentos B2C e B2B. É bacharel em Jornalismo (Univali/SC) e mestre em Comunicação Social (UFPR).

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