Diversificação de tráfego orgânico: o que é, por que importa em SEO e como fazer

O tráfego orgânico está caindo em praticamente todas as indústrias.

É uma realidade incômoda e difícil de admitir, ainda mais para uma consultoria de SEO, mas é a verdade. Mudanças de plataforma e nos hábitos de consumo de informação estão causando esse efeito. 

A diversificação de tráfego é uma das principais estratégias para lidar com esse cenário. Essa estratégia consiste, basicamente, em investir em múltiplos canais e tipos de conteúdo para reduzir a dependência dos buscadores.

É uma tendência adotada por empresas de diversos segmentos. E que ganha ainda mais força quando você aplica as boas práticas de SEO a outros elementos do seu marketing de conteúdo. 

O que é e como funciona a diversificação de tráfego

A diversificação de tráfego orgânico consiste em ampliar os canais pelos quais as pessoas podem encontrar o seu site. Para isso, você deve montar estratégias ou intensificar as ações para conquistar cliques a partir de redes sociais, fóruns etc.

O objetivo da diversificação é depender menos de cada canal. Quando você tem boa presença em várias plataformas, tende a ser menos impactado por mudanças bruscas, como atualizações de algoritmo

Essa noção de “diversificar para se proteger” já existe há bastante tempo, inclusive em áreas fora do marketing. Provavelmente você já ouviu falar dele em finanças, já que uma das dicas mais clássicas é ter uma carteira de investimentos diversificada.

Dentro da área de SEO, a discussão começou a ganhar mais força em 2025 devido à presença da IA generativa no Google. Mas, mesmo antes disso, a tecnologia já provocava transformações intensas no mercado de conteúdo.

Por que a diversificação de tráfego é importante?

Há duas razões principais, que estão conectadas:

  1. O Google está gerando menos tráfego;
  2. Os hábitos de pesquisa, descoberta de marca e consumo de informação estão mudando.

As mudanças no Google referem-se, principalmente, ao processo de entregar respostas prontas em vez de listas de links. O efeito prático disso é uma redução no CTR dos sites.

Era algo que já acontecia desde o início dos anos 2000, por meio de recursos como grafos de conhecimento e snippets destacados. Mas o fenômeno ganhou muito mais escala com o lançamento das AI Overviews e Modo IA, os recursos generativos do buscador. 

Desde que foram lançadas, elas estão diminuindo ativamente o tráfego de sites. Alguns estudos indicam que:

O cenário mudou tanto que hoje o próprio Google recomenda não usar “cliques” como métrica de sucesso.

Isso é reflexo de uma mudança muito maior: os hábitos de consumo de informação na internet.

Durante décadas, o clique era a única forma de obter informação. Hoje, pessoas usam IAs como buscadores porque elas entregam respostas prontas e sintetizadas. 

Fora isso, há outras plataformas cada vez mais presentes no processo de busca. Conteúdo de entretenimento está no TikTok; análises de mercado no LinkedIn; avaliações detalhadas no YouTube, comentários reais no Reddit…

A jornada de busca está fragmentada. E, se as pessoas estão em diversas plataformas, a abordagem das marcas também deve ser diversificada. 

Bom, isso não é novidade – projetos de marketing orgânico já contemplam orçamento e esforço em diferentes canais. A diferença principal está na questão do tráfego para o site, que é o ponto central de conversão para os sites. 

A pesquisa orgânica (que é quase um sinônimo de “Google”) é a maior fonte de tráfego na internet. É assim, mesmo no cenário atual, de queda de cliques. Portanto, antes não era tão crítico pensar em diversificação quanto agora. 

Quem mais precisa se preocupar com diversificação?

Todo tipo de marca deve estar atenta às oportunidades, mas principalmente quem depende de tráfego para gerar receita, como os publishers (sites de conteúdo e portais de notícias).

Há relatos de queda de tráfego desde o início dos anos de 2020, mas a situação ficou mais crítica após o lançamento das AI Overviews.

É um problema complexo e multifacetado, mas pode ser resumido assim:

IA resume conteúdo → portal tem menos cliques → os anúncios recebem menos visualizações → a marca perde receita.

Sites de todos os tipos sofrem com isso. Mas, quem vende produtos naturalmente têm mais linhas de receita. E, nessas empresas, nem sempre “mais tráfego” se relaciona a “mais vendas”.

Nos publishers, a relação é bem mais direta. Isso porque o seu modelo de negócios está diretamente relacionado à taxa de cliques. Se o site depende do Google e o canal passa a entregar menos, a receita despenca. Por isso, segundo especialistas em SEO, como Lily Ray, portais desse tipo são os mais afetados pelo momento atual do mercado.

E, pela mesma razão, a diversificação de tráfego orgânico abre um leque maior de oportunidades às marcas.

A aproximação entre jornalismo, SEO e creator economy

No caso dos portais de notícias, a questão da monetização é ainda mais profunda. Historicamente, o modelo de negócios do jornalismo passou por diversas disrupções. A mais impactante foi o consumo de informações na internet.

As novas formas de interagir com a mídia fizeram com que três conceitos até então isolados se aproximassem:

  • O jornalismo, que é a apuração e publicação de informações de interesse público;
  • SEO, que são as técnicas para tornar um site mais visível em buscadores;
  • Creator economy, o ecossistema de influenciadores e criadores de conteúdo digital. 

SEO e jornalismo têm uma conexão muito clara, construída ao longo das últimas décadas, como forma de ampliar o alcance dos jornais.

A creator economy está chegando agora, como forma de diversificar o tráfego.

Inclusive, este texto nasceu dessa reflexão. A Newzdash, plataforma de SEO para portais de notícias, argumenta que os criadores de conteúdo são uma ferramenta essencial para o futuro do jornalismo. 

Nos EUA, os “jornalistas influencers” estão cada vez mais comuns, assim como programas para construir a reputação dos autores das matérias.

Alguns exemplos incluem:

O conceito de profissionais de mídia construindo marcas pessoais não é novo. Temos casos até aqui no Brasil, como Gabriela Prioli ou Reinaldo Azevedo. O impacto positivo disso para os veículos também não é novo.

A novidade mesmo é o movimento sistemático de adotar essa estratégia em frente à IA generativa e às mudanças de comportamento de busca. 

Segundo o Newzdash, quem investe nisso está menos sujeito a:

  • Perda de talento para marcas que apoiem a construção de marca pessoal;
  • Perda de audiência, devido à preferência das gerações mais jovens de consumir conteúdo no formato de vídeos curtos;
  • Declínio de visibilidade, visto que diversas plataformas, inclusive o Google, priorizam perspectivas originais e a “presença humana” nos conteúdos;
  • Estagnação de marca, devido à distância das “conversas” conduzidas pelos criadores de conteúdo.

Como diversificar o seu tráfego orgânico?

O processo é intensificar a presença da sua marca em diferentes canais de marketing. Especialistas chamam essa ação de “construir um ecossistema de SEO” em vez de apenas publicar conteúdo em um site.

Há diferentes formas de organizar o trabalho em uma equipe de marketing.

Algumas empresas preferem trabalhar com núcleos de marketing orgânico, que definem temas e produzem uma narrativa única, distribuída em diferentes plataformas.

Outras preferem uma estrutura em silos, com equipes especializadas, que definem pautas e produzem separadamente e depois analisam possíveis pontos de interface para compartilhar os conteúdos.

Não há uma abordagem definitiva. E nem de curto prazo, pois ter de fato um tráfego mais diversificado pode levar bastante tempo, principalmente porque as principais plataformas são projetadas para manter o visitante ali, sem clicar em outros lugares. 

O processo abaixo é um bom ponto de partida:

  • Investigar o seu perfil atual de tráfego, para entender quais canais já geram tráfego;
  • Analisar novos canais de marketing que tenham potencial de ajudar a sua marca a crescer;
  • Incluir novos canais, formatos e tipos de conteúdo dentro da estratégia;
  • Testar bastante para descobrir o que funciona de verdade;
  • Redefinir as formas de medir a performance.

Seguindo essa abordagem, você terá um tráfego mais diversificado e diversos outros benefícios, como mais audiência e uma marca mais memorável. 

Veja abaixo como realizar cada uma das cinco etapas. 

1. Investigar o seu perfil atual de tráfego

O seu perfil de tráfego é a proporção de cliques por canal. Ou seja, quantos são gerados por tráfego direto, pesquisa orgânica, redes sociais, etc.

Parte dessa informação está nos analytics do seu site, enquanto outra parte está no seu conhecimento de mercado e público-alvo.

Para ver os gráficos de cliques, basta seguir este caminho no GA4:

  • Relatórios → Aquisição → Aquisição de tráfego;
  • Você verá a lista de canais e a porcentagem de tráfego que cada um gera atualmente.

Seus objetivos são encontrar os canais que concentram o seu tráfego e identificar novas oportunidades. 

Não se preocupe se houver grande concentração em pesquisa orgânica. É esperado, se você investe em SEO.

Além disso, lembre-se de que o GA4 mostra apenas parte da história, não importa o quão bem configurado ele esteja. 

Em algumas situações, pode ser difícil mensurar o tráfego direto, que supostamente ocorre sem o intermédio de alguma plataforma. Ou descobrir qual ação nas redes sociais gera mais retorno, se foi o novo reels ou o CTA nos stories.

Por isso, o seu conhecimento de mercado e público-alvo também conta. Compare os dados do GA4 com o que você sabe sobre os hábitos de consumo dos seus clientes.

Um exemplo básico são as redes sociais. Se o seu público-alvo consome muito TikTok, mas você tem pouco tráfego gerado pelo canal, talvez valha a pena olhar para essa rede social com mais carinho. 

2. Analisar novos canais de marketing

Depois de ter uma visão geral do seu tráfego, é hora de escolher onde investir. Aqui, a proposta não é simplesmente adicionar novos canais de marketing, mas sim descobrir onde a sua audiência está e como se conectar a ela.

Uma das formas de fazer isso é desenhar as jornadas dos clientes até o seu site. Simule todas as etapas que um possível lead percorre até encontrar sua marca.

representação do modelo confuso do google, com uma linha de 'gatilho', que se tornam círculos paralelos com 'avaliação' e 'exploração, e finaliza em um círculo de experiência de compra

Por exemplo, para uma empresa de cosméticos, o caminho pode ser:

  • Ver uma influenciadora fazendo um teste de um creme;
  • Pesquisar o nome do creme no TikTok;
  • Pesquisar outros produtos da mesma linha no Google;
  • Perguntar ao ChatGPT qual creme é o melhor;
  • Abrir o site da marca;
  • Se inscrever em uma newsletter;
  • Comprar o produto.

A análise deve ser conduzida pela sua equipe de marketing, a partir de indicadores reais e de pesquisas de mercado. Dados de CRM e de SEO podem apoiar o projeto.

Supondo que o CRM esteja configurado corretamente, será possível identificar cada etapa da jornada, desde a criação do contato até a compra. 

E, se você souber quais páginas geram boas conversões, pode mapeá-las dentro da jornada de compra e usá-las como parâmetro para a sua estratégia. 

Quando fizer essa análise, você naturalmente perceberá quais canais são mais relevantes para o seu público. Eles devem ser o foco da sua diversificação.

Um erro comum é tentar estar em todos os lugares, ao mesmo tempo. Grandes marcas até conseguem fazer isso, mas empresas menores precisam escolher as suas batalhas. A análise de novos canais serve para isso.

3. Investir em novos canais, formatos e tipos de conteúdo

Feito o planejamento, é a hora de começar a, de fato, diversificar o tráfego.

Você deve fazer testes nestas áreas:

  • Canais de marketing: são as plataformas onde o conteúdo será distribuído;
  • Formatos: é a forma de apresentar as informações, como texto ou vídeo.

A ideia é ter um portfólio que cubra o máximo de canais, formatos e tipos de conteúdo que fazem sentido para a sua marca.

Para isso, você vai precisar criar bastante, observar os resultados, abandonar o que não deu certo e escalar o que funciona. Como você deve imaginar, é um processo demorado, que não se faz do dia para a noite. 

Mas é importante começar, dentro do que a sua estrutura e orçamento de marketing atuais permitem. 

Canais de marketing

Um canal de marketing é onde você distribuirá o conteúdo fora do seu site. 

Hoje, as escolhas mais comuns de canais orgânicos são:

  • SEO, que envolve tanto o Google quanto as ferramentas de IA (ChatGPT, Perplexity, Gemini, etc.);
  • Redes sociais, em especial Linkedin para marcas B2B, e Instagram e TikTok para marcas B2C;
  • YouTube, para publicação de conteúdo mais longo e aprofundado;
  • E-mail marketing, para construção e nutrição de uma base sobre a qual você tem maior controle; 
  • Marketing de influência, para levar a mensagem da sua marca a audiências já consolidadas;
  • Programas de parceria, para receber tráfego e leads via indicação de outras empresas e criadores de conteúdo;
  • Comunidades no WhatsApp, que podem aumentar a fidelidade do público à sua marca;
  • Conteúdo Gerado por Usuário (UGC), como forma de fazer a sua marca participar das “conversas” do público-alvo.

Formatos de conteúdo

Os formatos são os estilos de conteúdo que você vai lançar em cada canal. Podem ser diferentes mídias, como texto e vídeo, ou diferentes estilos editoriais, como posts informativos e comparações de produtos.

A variedade de formatos é importante porque cada plataforma tem os seus preferidos. O Tiktok é conhecido pelos vídeos curtos e com edição rápida, já no LinkedIn performam bem os posts que combinam imagens e textos publicados em perfis pessoais.

Certas plataformas podem distribuir vários formatos diferentes, como SEO. Sua estratégia para o canal deve incluir todo tipo de conteúdo que apoie uma decisão de compra.

Diante de tantas possibilidades, você pode organizar a produção em topo, meio e fundo de funil. As opções mais frequentes para cada estágio são:

  • Topo do funil: infográficos, posts de blog, podcasts, webinars, vídeos curtos, entrevistas, notícias, análises de mercado, carrosséis, relatórios de tendências, glossários, conteúdo evergreen, threads em redes sociais, microconteúdos com parceiros, lives com influenciadores;
  • Meio do funil: e-books, guias detalhados, checklists, planilhas para download, planilhas prontas, modelos editáveis, quizzes, séries de onboarding por e-mail, bibliotecas de recursos, vídeos longos/minidocumentários;
  • Fundo do funil: estudos de caso, posts com depoimentos de clientes, FAQs, demonstrações de produtos, comparações entre marcas, calculadora de ROI, guias de compra, fichas técnicas, guias de implementação, histórias de sucesso.

4. Testes e interações reais

Há muitas opções de conteúdo, mas você não deve investir em todas. Selecione as que mais fazem sentido para o seu momento atual e teste para descobrir em que colocar mais energia.

Infelizmente, aqui é impossível dar uma diretriz definitiva. Os testes dependem do nicho, momento do negócio, público-alvo, estrutura de marketing… E até da sorte! Às vezes você acerta o formato logo de cara, aí fica mais fácil saber o que escalar. 

Ao realizar os testes, é importante considerar o impacto real e a perceção do público.

O impacto real é a influência do conteúdo no tráfego e nos indicadores de negócios. 

Mas, além disso, observe também as reações das pessoas quando você compartilha o conteúdo em outros canais. As pessoas comentam? Elogiam? Te chamam na DM querendo saber mais?

Essas interações trazem valor à marca, mas dificilmente aparecem nos relatórios. Lembra que lá no início do post mencionamos que o GA nem sempre conta a história? Pois é, partes da estratégia de diversificação de conteúdo podem gerar acessos diretos.

Com base nisso, você pode considerar:

  • Testar novos canais;
  • Ajustar a sua linha editorial para melhorar impacto e percepção;
  • Testar pequenos elementos de conteúdo, como títulos e thumbnails. 

5. Mensuração de resultados

Defina os indicadores de sucesso da estratégia. Por meio deles, você saberá se está no caminho certo.

É necessário medir:

  • O sucesso da estratégia como um todo;
  • A performance de cada fonte de tráfego.

O sucesso da estratégia é simples: analise as suas fontes de aquisição e veja se o tráfego está ficando mais distribuído. Se sim, você está conseguindo diversificar.

Já a performance de cada fonte de tráfego pode ser medida por diversos indicadores, dependendo do canal. Por exemplo:

  • Em e-mail marketing, é importante olhar taxa de abertura, CTR e taxa de conversão;
  • KPIs de SEO importantes são tráfego orgânico e novos negócios; 
  • No YouTube, taxa de cliques e retenção são importantes;
  • Em programas de parceria, a principal métrica é o número de novos clientes. 

Para análises mais específicas do tráfego gerado pelos canais, adicione parâmetros às URLs compartilhadas.

Por exemplo, influenciadores que compartilharem seus links devem usar a URL https://www.site.com.br/?utm_source=influencer&utm_medium=organico&utm_campaign=influenciador_fulano 

Se fizer isso, atente-se para um possível conteúdo duplicado. Se o Google indexar as URLs com UTM, elas podem ser consideradas “versões únicas” da página, diferentes da versão da URL sem UTM. 

Isso pode impactar a performance, principalmente se você inserir URLs com UTM como links internos do seu site, ou se você estiver fazendo a gestão de muitos parâmetros.

Por fim, analise os resultados de forma constante. Diversificar as fontes de tráfego nunca é uma tarefa que “termina”.

Exemplos de diversificação de conteúdo

Para quem prefere aprender com exemplos reais, temos três guias completos aqui no site da SEO Happy Hour:

Os artigos analisam as abordagens de grandes marcas, como Daily Mail, Folha de S. Paulo, Grupo Globo, HubSpot, entre outras.

Então o SEO morreu?

Não, o SEO não morreu! E está bem longe do fim da vida.

É importante esclarecer esse assunto porque em 2025 muitos coveiros tentaram fazer o velório antes da hora. 👀

A perspectiva da diversificação de tráfego não “invalida” o trabalho de SEO, ou mostra que a área está perdendo força.

Isso pode ser explicado por quatro razões simples:

  • Apesar de o Google enviar menos tráfego aos sites, ainda é o portal que mais gera cliques. Aí, não tem erro: pra aparecer, precisa de SEO;
  • Marcas dependem das boas práticas de SEO para aparecer nos canais de IA, que estão crescendo em ritmo acelerado;
  • SEO tem aplicações em diversos canais de marketing orgânico, como Tiktok, YouTube, Pinterest e até no Reddit;
  • Mesmo canais que não podem ser tão diretamente influenciados por SEO acabam aparecendo no Google. É o caso de posts do Instagram e do Linkedin, que são frequentemente indexados e passam a aparecer em resultados de busca. 

Ou seja: vale a pena continuar investindo em SEO, e vale a pena diversificar seu tráfego. As duas coisas não são excludentes!

E, para ter apoio nessa virada estratégica tão importante, entre em contato com a SEO Happy Hour! O momento atual é desafiador, mas fica muito mais fácil passar por ele ao lado de especialistas com mais de 10 anos de experiência otimizando sites.

  • Elyson Gums

    Elyson Gums

    Elyson Gums é redator na SEO Happy Hour. Trabalha com redação e produção de conteúdo para projetos de SEO e inbound marketing desde 2014, em segmentos B2C e B2B. É bacharel em Jornalismo (Univali/SC) e mestre em Comunicação Social (UFPR).

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